quarta-feira, 7 de maio de 2008

Espaço Cidadania


Toda sexta -feira acontece em Belo Horizonte uma feira de artesanato do Projeto Espaço Cidadania.

São diversos stands de acessórios, roupas, brinquedos pedagógicos, bolsas entre outros produtos.
Fica na Rua Bernardo Monteiro, entre a Rua Padre Rolim e Rua dos Otoni.

Funciona de 08:00hs às 17:00hs.

Não deixem de visitar!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Tiara



Foram os egípcios que nos legaram os mais antigos exemplares de tiaras já encontrados. Enquanto as coroas usadas pelos faraós e sacerdotes eram ostentosas e magníficas, as tiaras usadas pelas princesas no antigo Egito eram delicadas, confeccionadas a partir de fios de ouro ou prata e a inspiração para o design vinha das formas natureza.

As tiaras, ao tempo dos antigos gregos e romanos, eram de início simples fitas de tecido atadas em volta da testa ou na cabeça e eram usadas por homens e mulheres das camadas mais nobres da sociedade. Com o tempo, as fitas de tecido passaram a ser adornadas com pérolas e gemas como rubis, diamantes e esmeraldas.

Um outro estilo de tiara também foi bastante usado pelas duas antigas culturas: tiaras feitas com folhas de louro eram dadas aos vencedores nos esportes, aos generais vencedores e aos dignitários e governantes, sendo assim um símbolo absoluto do poder da vitória. As tiaras feitas de folhas de louro foram mais tarde, substituídas por tiaras cujas folhas, imitando as do loureiro, eram feitas em ouro, prata ou em um metal mais simples, como o cobre. As noivas romanas costumavam usar uma tiara feita com flores de laranjeira, que simbolizava inocência e pureza.

Inspiradas na antiga Roma, as mulheres da corte napoleônica usaram tiaras como adornos para cabelos. Eram simples, simétricas e feitas em ouro e decoradas com imitações de folhas de louro ou da oliveira. A restauração da dinastia Bourbon, depois da queda de Napoleão Bonaparte, deu ensejo a jóias extravagantes na restaurada corte real francesa, e as tiaras passaram a ser bem mais elaboradas no design e ricamente decoradas com gemas.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Fitinhas do Sr do Bonfim.




Hoje resolvi fazer uma homenagem às fitinhas do Sr do Bonfim.


A fita original foi criada em 1809, tendo desaparecido no início da década de 1950. Conhecida como medida do Bonfim, o seu nome devia-se ao fato de que media exatos 47 centímetros de comprimento, a medida do braço direito da estátua de Jesus Cristo, Senhor do Bonfim, postada no altar-mor da igreja mais famosa da Bahia. A imagem foi esculpida em Setúbal, em Portugal, no século XVIII. A "medida" era confeccionada em seda, com o desenho e o nome do santo bordados à mão e o acabamento feito em tinta dourada ou prateada. Era usada no pescoço como um colar, no qual se penduravam medalhas e santinhos, funcionando como uma moeda de troca: ao pagar uma promessa, o fiel carregava uma foto ou uma pequena escultura de cera representando a parte do corpo curada com o auxílio do santo (ex-voto). Como lembrança, adquiria uma dessas fitas, simbolizando a própria igreja.

Não se sabe quando a transição para a atual fita, de pulso, ocorreu, sendo fato que em meados da década de 1960 a nova fita já era comercializada nas ruas de Salvador, quando foi adotada pelos hippies baianos como parte de sua indumentária.
A fitinha atual, vendida por ambulantes em volta da Igreja do Senhor do Bonfim, em Salvador, precipuamente é uma lembrança e atestado da visita que o devoto ou turista tenha realizado àquele templo católico.

Confeccionada em tecido comum, pode ser amarrada no pulso ou mesmo no tornozelo, dependendo do gosto da pessoa.
Seu uso, porém, carrega uma outra significação, supersticiosa e folclórica: o usuário, ao amarrá-la, deve dar 3 nós, fazendo então 3 desejos, ou pedidos, ao Senhor do Bonfim. Esses pedidos serão satisfeitos quando o tecido se desgastar e romper.

Reza a tradição que a fita não pode ser retirada, mesmo tendo se desgastado ao longo do tempo: ela deve cair espontaneamente e, quando tal ocorre, é porque os desejos ou pedidos serão atendidos.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Minas Trend Preview - Exposição




Hoje eu estive no Minas Trend Preview no Alphaville!

A organização está muito melhor que ano passado e com um número de estandes muito maior que as edições anteriores!

Adorei várias marcas!!

Roupas, sapatos e acessórios super originais!

São 110 estandes de expositores de confecção, jóias e bijuterias e calçados e bolsas, acomodados em mais de oito mil metros quadrados de área. Além de salão de desfile e um auditório para palestras e discussões sobre as tendências para a primavera verão 2008 2009.

COLEÇÃO DE TRANSIÇÃO: A coleção de transição é aquela lançada em número menor do que a coleção completa, que já aponta quais serão as principais tendências das coleçõese ainda permite às pessoas se manterem na moda sem necessariamenteter de esperar dois, três meses para se atualizar.

ACESSÓRIOS: Calçados, bolsas e jóias que fazem parte do figurino da mulher e do homem sofisticado garantem presença no Minas Trend Preview. Mais de 50 expositores estão mostrando suas novidades. Entre eles Mary Design, Manoel Bernardes, Getúlio, Paula Bahia e Luiza Barcelos.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Minas Trend Preview - Desfile




O repertório do desfile foi variado, mas marcado por muitos vestidos longos, volumosos e esvoaçantes, estampas florais, modelagens amplas e cortes que valorizam e rejuvenescem o corpo feminino. Foi incrível a abertura do Minas Trend Preview, mas dá uma noção do que não vai faltar nas vitrines e araras das lojas durante a primavera verão 2008-2009 em Minas Gerais e no Brasil.

A união de 10 grifes conhecidas internacionalmente casou-se perfeitamente com a harmonia do Oi Fashion Music. Bandas afinadas puxadas por grandes nomes da música brasileira, como Luiza Possi, entre tantos outros, deram às roupas a alma que sua beleza material merecia. Thalma de Freitas e o grupo Panelas de expressão fecharam com chave de ouro com Victor Dzenk! O grupo era formado por crianças na percussão sendo orquestradas! Lindíssimo!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Minas Trend Preview




Hoje é a abertura do Minas Trend Preview!E a Original Brazil estará presente!(graças a Aninha, thanks!)

O MINASTRENDPREVIEW é um evento de pré-lançamentos que antecipa tendências e ocupou um importante espaço de oportunidades de negócios.
Nesta edição, a grande novidade é a integração do Oi Fashion Music. Consagrado no calendário da moda, o evento que vai abrir o MINASTRENDPREVIEW , combina desfiles inéditos ao som de grandes nomes da música.

Além das grandes marcas consagradas do mercado da moda, pequenas e médias empresas do interior do estado participam do Minas Trend Preview. A maioria dessas empresas está concentrada em Belo Horizonte, em Arranjos Produtivos Locais (APLs) coordenados pela Fiemg, como Nova Serrana (calçados), Muriaé (moda íntima) e São João Nepomuceno (vestuário) ou ainda em cidades como Juiz de Fora, Divinópolis, Patos de Minas, Uberaba, Montes Claros, Arcos, Formiga, Uberlândia, Governador Valadares e outras.

Para conferirem a programação, acessem www.fiemg.com.br/mtp

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Origami



Estive na Feira de Papel no Mercado Distrital do Cruzeiro esse final de semana.

O que mais me impressionou foram os origamis! Que perfeição!

Origami (折り紙) é a arte japonesa de dobrar o papel. A origem da palavra advém do japonês ori (dobrar) kami (papel), que ao juntar as duas palavras a pronúncia fica "origami". Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores diferentes, prosseguindo-se sem cortar o papel.
Conforme se foram desenvolvendo métodos mais simples de criar papel, o papel foi tornando-se menos caro, e o Origami, cada vez mais uma arte popular. Contudo, os japoneses sempre foram muito cuidadosos em não desperdiçar; guardavam sempre todas as pequenas réstias de papel, e usavam-nas nos seus modelos de origami.
Durante séculos não existiram instruções para criar os modelos origami, pois eram transmitidas verbalmente de geração em geração. Esta forma de arte viria a tornar-se parte da herança cultural dos japoneses. Em 1787 foi publicado um livro (Hiden Senbazuru Orikata) contendo o primeiro conjunto de instruções origami para dobrar um pássaro sagrado do Japão. O Origami tornou-se uma forma de arte muito popular, conforme indica uma impressão em madeira de 1819 intitulada "Um mágico transforma folhas em pássaros", que mostra pássaros a serem criados a partir de folhas de papel.
A grande divisão entre a antiga dobragem do papel e a nova surgiu cerca de 1950 quando o trabalho de Akira Yoshizawa se tornou conhecido.Essa imagem das borboletas é arte de Akira Yoshizawa. Foi Yoshizawa quem criou a idéia da dobragem criativa (Sasaku Origami) e inventou todo um conjunto de métodos que nada deviam ao origami do passado, permitindo dobrar uma série de animais e pássaros.